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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Reencarnada...

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FOTO:GOOGLE

Em noites como essa...
fico imaginando como seria minha vida,
se tivesse nascido em outra época.
 Outros tempos, outros mundos!
Talvez, seria uma cigana romântica,

a procura de um Amor bandido.
Talvez, seria uma sereia de água doce,
a procura de algum marinheiro perdido.
Talvez, seria uma dama da noite,
a procura de amores clandestinos...
Mas com certeza, seria uma mulher,
com todos os meus defeitos, desatinos!
Em noites como essa, onde a Lua me domina...

Minha vontade é de sumir no mundo,
para não ter que assumir tudo que tenho...
E muitas vezes, não assumo...

Não me desnudo!

(Rosa Azul)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Meu "Eu" com a Lua.



FOTO: GOOGLE


"Em noites de Lua Cheia,
me transformo, transmuto.
Viro algo sobrenatural, lindo!
Num eterno uivo, canto para a Lua.
Só ela consegue me entender,
e me devolve em claridade, brilho...Luz!
...
Me sinto energizada, forte e vou a luta!
Em noites de Lua Cheia nada me vence,
nem a preguiça, nem o pensamento.
Simplesmente me transformo, viro gente!
Eu e a Lua, cumplicidade mórbida, mas pura!"

(Rosa Azul)

sexta-feira, 1 de junho de 2012

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FOTO: GOOGLE

Ensaio das mãos...

Não é necessário dizer-te,
 mas o digo mesmo assim
 ...eu sempre te direi!

Órfã de um silêncio austero esculpido em poeira e marfim nada era maduro em mim,  tinha a voz com coisas de menina e o desassossego da sede pressentida no deserto em evolução que vinha logo a frente.    Cedo era muito tarde para mãos tristes que depressa amolavam as nervuras da razão à memória de um rio distante sem que os pés tivessem ainda tocado o peso do chão. - simples - bastava inventar o abismo em deslumbramentos líricos para que nascessem asas na carne em fuga a voragem do destino.   Infinitamente lúcida ainda me dói o peso brutal do meu corpo quando no primeiro estalo dos ossos se fez noite ambígua num rasgo de luz e de sangue.  Ainda respirava quando uma voz me apaziguou: - cuida a memória do amor farto, a fonte inesgotável que se move em direção as tuas mãos.   Naquela noite mesmo choveu em mim.


(Parole)