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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Diario da Solidão (replay)


Hoje não quero falar da solidão
Pois compreendi que ela vive e habita
Dentro de minha alma...do meu ser
Preciso dela para poder sobreviver
Respiro, me alimento e vivo da solidão
Tenho ela como minha Musa de inspiração
Mas o que não posso deixar
E que transforme a minha vida
Que me leve para o isolamento
Que me deixe assim sempre em sofrimento
A solidão na minha vida é uma constante
Mas entendi que eu a atraio para meu cotidiano
Preciso sempre estar junto dela...com ela!
Minha vida tem sentido e felicidade
Então o que realmente eu quero?
Transformar meus dias num caos total
Viver de lágrimas e dor...um inferno!
Arrancar do meu peito o amor
E transforma-lo no motivo do meu confinamento
A solidão que cultivo dentro das minhas entranhas
Me corroí a alma e o coração
Me cega e não deixa que eu viva plenamente
Me acorrenta...me prende...me gruda!
E assim, sem nenhum movimento
Choro e não consigo pedir Ajuda...
Solidão macabra e sufocante...inebriante!!
Solidão da alma sempre em minha vida, uma constante.
Ah...seu eu pudesse arranca-la do pensamento
Eu viveria muito mais minha vida e meus momentos...

Simone Martins

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Liberta...


Entre nuvens e nevoeiros,
Tento  me esconder.
Não querendo  teus conselhos,
Seguir ou absorver...

Penso e repenso,
Em tudo que ouvi.
Mas insisto em dizer:
Que a  ti... sobrevivi!

Foram dias e noites,
Afogando-me em lágrimas.
Desespero num açoite,
Cravados em minha alma.

Acordei de um pesadelo,
Porem, mais forte ainda.
Deixei de lado o desassossego,
Que trouxestes para minha vida.

Hoje, vivo num mundo anafórico.
Onde a Luz predomina
e  domina a minha vida...
Vivo eufórico!

Simone Martins
13/09/2011


FOTO: GOOGLE

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Insanidade temporária!


 As forças naturais preciso enfrentar,
me fortalecer e  perseverar. 
Sem esmorecer, sem fraquejar.
Minhas  restrições mentais, 
São falhas e me mostram, 
Que é preciso amadurecer. 
Bloqueados estão os meus desejos.
 Lapidados, moldados e extirpados.
Estou sem  paciência! Quero viver!

No momento presente,
Me vejo sozinha, carente. 
Amores perdidos entre,
 desejos, fugas e  limitações.
 Em você, sinto os desagrados,
sua dificuldade pessoal,
em me entender, compreender.
Tudo para entender o meu vazio. 
 Situações em que os devaneios,
 são desafiados, impeditivos.

Nesse momento de  amadurecimento,
quero os meus desejos atendidos.
Pois, continuo no  presente sofrendo. 
Me vendo revertida de alma perdida.
 Em minhas vontades espirituais regrido.
Preciso despertar  uma nova consciência.
Quem sabe, renascendo, completo um ciclo.

 Como borboleta, saio do meu casulo, 
alço voo para a vida.
E na minha transformação,
tudo acontece naturalmente!
Meu desenvolvimento,
longe do teu sofrimento.
Agora, vejo o perigo de me sentir livre.
Atordoada  me sinto  confusa,
 demasiadamente exposta.
Com medo de cometer  imprudências e,
de me mostrar vulnerável,
 Deixo-me assim disponível.
 Tornar me-ei vítima de eventuais ataques alheios.
Mas tenho que aprender a defender-me,
 antes mesmo que me agridam.

É a vida tomando seu rumo,
Seguindo seu caminho.
Rumo a um destino sem amarras, sem prumo.
Totalmente novo e desconhecido.
Transmutação para seguir a Luz,
E descobrir novos horizontes...novos mundos!

Simone  Martins
12/09/2011

FOTO: GOOGLE